Dificuldades enfrentadas na gestão de equipes

29 de agosto de 2010

Para que uma equipe funcione é imprescindível haver o alinhamento de propósitos, objetivos, metas e estratégias, entre os membros do grupo, bem como suas aspirações, desejos e sonhos individuais.

O conflito interpessoal é resultado da divergência no grupo quanto a idéias, valores ou procedimentos, entre outros. Conflitos também ocorrem por ruídos ou falhas de comunicação, incompatibilidade de percepção ou opinião.

Para administrar um conflito deve-se admitir primeiro a sua existência. O conflito não significa fracasso das partes envolvidas, mas uma forma das pessoas externarem diferenças, quando bem administrado pode servir para revelar problemas e demandar soluções.

Podemos lidar com os conflitos interpessoais usando o enfrentamento (luta), fuga ou o diálogo.

Na luta realizamos uma luta aberta contra o adversário

A fuga pode ser dividida em repressão, que é o uso do poder para eliminar o conflito (mas o que se consegue é eliminar os sintomas do conflito) ou evasão, que é o conhecido “colocar panos quentes”.

No diálogo estabelecemos táticas mais ricas como o apaziguamento, ajudando o outro a administrar o conflito, negociação (concessões, interação e articulação entre as partes), confrontação e a resolução de problemas, composta de duas etapas, a diferenciação (explorar as percepções e sentimentos das partes) e a integração (estabelecimento de prioridades e formulação de alternativas).

Na negociação deve-se focar em princípios e não em barganha de posições, a fim de evitar atitudes defensivas, para isso devemos:

  • · Separar as pessoas dos problemas
  • · Focar os interesses e não as posições
  • · Ponderar várias alternativas antes de decidir o que fazer
  • · Buscar resultados orientados por padrões e critérios objetivos

A gestão de conflito requer do líder proatividade e imparcialidade com foco nos melhores interesses das partes.

E você? Compartilhe conosco sua experiência de gestão e superação de conflitos na gestão de equipes! Qual foi o seu desafio e o que fez para superá-lo?


ÉTICA APLICADA ÀS RELAÇÕES DE TRABALHO

29 de agosto de 2010

Segundo os filósofos a ética tem por finalidade educar o caráter humano, conter seus instintos e orientá-lo para o bem, de modo a adequar o indivíduo à sua comunidade. Concilia o caráter do sujeito virtuoso com os valores do grupo social, que se espera que seja igualmente virtuoso.

A ética abrange apenas ações que dizem respeito ao possível, àquilo que comporta deliberações ou escolhas humanas, à vontade guiada pela razão, que são os elementos fundamentais da vida ética.

A ética é importante nas relações humanas, já que é através dela que nos tornamos mais humanos, transformamos em atos o que há de potencial em nós, contemos nossos instintos e nos orientamos para o bem. Na minha vida profissional a ética é importante porque pauta minhas ações no sentido de servirem ao bem comum. Em meu papel de líder, tanto no ambiente corporativo quanto na comunidade onde estou devo aproveitar a oportunidade para fornecer bons exemplos de conduta ética aos que me rodeiam.

A relativização da ética, o utilitarismo, o senso de relações descartáveis vem produzindo seqüelas sociais profundas, prejudicando tanto o indivíduo, quanto a família, comprometendo nossa sociedade e gerando uma conta alta a ser paga também pelas futuras gerações. Assim, urge que cada um de nós seja responsável na esfera que nos cabe, seja em nossos lares, sendo exemplos de ética e de conduta, sejam em nossas empresas, tanto nas relações de liderança, quanto nas de liderado.

O modelo do “custe o que custar”, a atitude e a ação egoísta, onde os “fins justificam os meios” não tem sustentabilidade, numa escala de médio e longo prazo, bem como, mesmo em uma escala de curtíssimo prazo, quando aplicado em uma escala coletiva, quiçá global.